ge_oleo_gas.pngGE Oil & Gas expande linha de equipamentos para o mercado
 
Para atender a crescente busca por equipamentos destinados ao mercado de óleo e gás, a GE desenvolveu a nova geração de tecnologia voltada para elevação artificial – que normalmente é utilizada para aumentar a produção de um poço de baixa vazão natural para um ponto determinado de produção. Trata-se da linha do Vector Plus™ Variable Speed Drive (VSD).

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itubombas.jpgItubombas apresenta soluções para drenagem urbana na Fenasan 2015

Destaque fica por conta do modelo ITUPP44S10, que conta com o sistema de escorva automático a vácuo e é ideal para obras de manutenção de esgoto. A Itubombas, empresa especializada na locação de conjuntos motobomba de alta tecnologia, marca presença na 26° edição da Fenasan – Feira Nacional de Saneamento e Meio Ambiente.

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gm_onsatar.jpgChevrolet divulga serviços exclusivos do OnStar no Brasil
 
Ao pressionar botão específico no veículo, motorista é conectado a uma central e pode solicitar ao atendente que faça desde reservas em restaurantes até consultas na internet; OnStar é capaz de detectar se o veículo está em dia de rodízio em São Paulo e enviar alerta ao condutor quando se está próximo da área de restrição à circulação

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armco_staco3.jpgCom a divisória entre as pistas, Via Lagos quer "zerar" número de vítimas fatais na rodovia
 
Estrada que já foi conhecida como Rodovia da Morte, a Via Lagos, principal estrada de ligação do Rio de Janeiro com a Costa do Sol, atingiu uma marca memorável: diminuiu em quase 80% o índice de vítimas fatais em acidentes viários, após a empresa CCR assumir a concessão da rodovia.

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volvo_cana2.jpgVolvo otimiza caminhão VM para a operação de transbordo de cana-de-açúcar
 
O caminhão VM que a Volvo otimizou especialmente para a operação de colheita e transbordo de cana-de-açúcar vem contribuindo decisivamente para aumentar a produtividade do transporte no setor sucroenergético brasileiro.

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rco_fabrica.jpgCrescimento da RCO resulta em ampliação de fábrica
 
A obra, que durou cerca de três meses para ser finalizada, aumentou o espaço físico da fábrica em aproximadamente 35%. Com projeção de crescimento em torno dos 20% para 2015 – considerado um ano de crise no mercado, a RCO investe em suas instalações.

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incendio.jpgTintas e portas especiais ajudam a prevenir incêndios
 
O número de incêndios no Brasil subiu alarmantes 40,7% entre 2012 e 2014, segundo pesquisa do Instituto Sprinkler, responsável pelo monitoramento de notícias sobre incêndios reportadas diariamente no País. De pequenos registros (São Paulo é o grande campeão de ocorrências, seguido por Minas Gerais, Santa Catarina e Rio de Janeiro), grandes tragédias como a que vitimou centenas de pessoas em uma casa noturna em Santa Maria (RS) mostram que os incêndios podem ser evitados com medidas simples

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Data 03/08/2015

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ESPECIAL CAPA: CRISE HÍDRICA

O futuro do  abastecimento

Por meio de ações emergenciais, caso da interligação dos sistemas Rio Grande e Alto Tietê, e obras estruturantes – como o novo Sistema São Lourenço e a interligação da represa Jaguari (bacia do Rio Paraíba do Sul) com a represa Atibainha (bacia do Sistema Cantareira) –, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), tenta vencer a crise hídrica e ao mesmo tempo aumentar a oferta de água na Região Metropolitana de São Paulo daqui para frente. Essas iniciativas fazem parte dos esforços da companhia – que incluem obras de reforço de adutoras e elevatórias para aumentar o volume de transporte de água – visando integrar o sistema metropolitano e torná-lo mais flexível e resistente. Outra realização nessa mesma linha: instalação de membranas ultrafiltrantes na obra de ampliação da Estação de Tratamento de Água do Alto da Boa Vista (ETA-ABV) do Sistema Guarapiranga. Nesse caso, o aumento de produção de água tratada ajudará a reduzir a retirada do Sistema Cantareira, permitindo ao Guarapiranga avançar em novas áreas, principalmente na região da Avenida Paulista.

itorial Eng 614.jpgPALAVRA DO PRESIDENTE

Valorização da engenharia

Como engenheiro e presidente do Instituto de Engenharia – entidade centenária voltada à defesa e ao futuro da engenharia brasileira – tenho agido no sentido de buscarmos soluções para várias questões de nossa sociedade, naquilo que se refere aos aspectos de progresso e desenvolvimento para a melhoria da qualidade de vida.
Ultimamente as discussões têm se intensificado. É sabido que a engenharia, e por consequência os engenheiros, encontra-se diante de situações delicadas e que trazem incompreensões para a nossa profissão. Mas, quando nos aprofundamos nestes assuntos, fica claro que a responsabilidade por estas situações não podem ser atribuídas à engenharia ou aos engenheiros.
A engenharia sempre foi um sinônimo de desenvolvimento, mas não tem sido utilizada corretamente nos últimos tempos. Atravessamos um período de 25 anos de falta de investimento e baixa eficiência nos projetos em geral e particularmente em obras de infraestrutura no Brasil.

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linha_625.jpgLINHA DE FRENTE

“Interlocução adequada com a ANA e com os usuários de água para vencer desafios”

Ricardo Daruiz Borsari - Superintendente do Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE) 

Na visão do engenheiro Ricardo Daruiz Borsari, superintendente do Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE) pela segunda vez – a primeira foi de setembro de 2001 a fevereiro de 2007 –, a situação dos recursos hídricos no Estado de São Paulo e, em particular, nas regiões metropolitanas, exige ações firmes, transparentes, com interlocução adequada, frequente e objetiva com os usuários, a Agência Nacional de Águas (ANA) e outras esferas de governo. “É o que estamos procurando implementar, uma vez que os desafios que estamos enfrentando, e vencendo, não são pequenos”, destaca Borsari. Segundo ele, do ponto de vista hidrometeorológico as pouquíssimas precipitações da estação chuvosa 2013-2014, com ênfase na Região Sudeste – e particularmente na área de abrangência do Sistema Cantareira –, constituíram um duro golpe para o sistema de abastecimento de água às populações.

entrevista_625.jpgENTREVISTA

“É preciso investir no planejamento
de médio e longo prazos do setor hídrico”

Paulo Ferreira - Secretário Nacional de Saneamento Ambiental do Ministério das Cidades

Segundo o engenheiro Paulo Ferreira, secretário nacional de Saneamento Ambiental do Ministério das Cidades, a crise de escassez hídrica coloca novamente a discussão sobre os reservatórios de armazenamento de água. Ele acha que a situação atual do Brasil, caso não se observem as chuvas históricas esperadas, levará à necessidade de novos investimentos em obras de infraestrutura para o aumento das capacidades de reserva de água ou mesmo a busca por novos mananciais mais distantes dos centros de consumo. Em sua visão essa questão é polêmica por vários impactos, entre eles o ambiental. “Em decorrência da priorização do abastecimento humano é preciso que tal discussão seja mais objetiva”, diz, acrescentando que como consequência disso há a necessidade de conscientizar sempre a população sobre o uso racional da água, incentivando a redução do consumo e a não utilização da água potável para fins menos nobres, como lavar calçadas.

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