ecosan2.jpgNovo terminal do Aeroporto Internacional de Goiânia adota sistema inédito de reúso completo de água
 
Ecosan do Brasil será responsável pelo processo de tratamento, fornecimento de máguinas e equipamentos e integração dos sistemas. O novo terminal, que tem inauguração prevista para o primeiro semestre de 2016, sai na frente nas tendências do mercado e será o primeiro do Brasil a utilizar conceitos e parâmetros seguros no tratamento de reúso direto de águas, com um projeto inovador que possibilitará o reúso de águas cinzas oriundas das torres de resfriamento, pias, chuveiros, bebedouros e águas pluviais.

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durr_turbinas.jpgDürr otimiza o atomizador EcoBell
 
Maior eficiência energética através de turbina com consumo de ar otimizado. Com o EcoBell3 para aplicações eletrostáticas, a Dürr apresenta uma geração de atomizadores altamente eficientes para todos os tipos de tinta. Agora, a turbina que impulsiona o flexível sistema de disco rotatório/de anel de guia de ar foi ainda mais otimizada.

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sldg_equip.jpgSDLG mostra equipamentos voltados para segmento de rochas ornamentais
 
A SDLG está mostrando sua ampla gama de produtos na Vitória Stone Fair, evento latino-americano do segmento de mármore e granito que está sendo realizado de 16 a 19 de fevereiro no Carapina Centro de Eventos, em Vitória, no Espírito Santo, Estado que reúne os maiores produtores brasileiros do setor.

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inox_prime.jpgRevestimentos de inox na Prime Revest
 
Ainda pouco usados no Brasil, os revestimentos são cercados por uma série de lendas. Porém, conhecendo um pouco mais o material, se percebe que usar inox só traz vantagens. Revestimentos de inox são luxuosos e modernos, porém ainda pouco usados no Brasil graças a crença de que eles são caros e difíceis de usar.

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telhado-verde3.jpgTelhados verdes são uma aposta bonita e sustentável
 
Especialista dá dicas sobre a opção que traz mais vida aos grandes centros urbanos. Colorir os centros urbanos de verde parece impossível, mas um projeto de arquitetura que utiliza plantas nas coberturas dos imóveis pode mudar essa realidade. Os chamados telhados verdes são uma forma de trazer a sustentabilidade e o cuidado com o meio ambiente para a casa ou apartamento.

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siemens_wind.pngSiemens garante pedido de energia eólica de 53MW da Escócia
 
Siemens fornecerá turbinas eólicas 23 SWT-2.3-93 onshore; Contrato inclui um acordo de serviço de 20 anos. A Siemens garantiu o pedido para a usina eólica onshore de Blackcraig Hill na Escócia. O projeto eólico de 53 megawatts (MW) localizado na área do conselho escocês de Dumfries e Galloway será constituído por 23 turbinas eólicas da plataforma G2 da Siemens. O contrato inclui também um acordo de serviço de 20 anos. O comissionamento está programado para meados de 2017.

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perspectiva.jpgEDP adota conceito sustentável para pontos de atendimento presencial ao cliente
 
Empresa contará com a primeira loja container do setor elétrico; Eficiência energética e sustentabilidade marcam novo modelo de loja. A EDP, distribuidora de energia para as regiões do Alto Tietê, Vale do Paraíba e Litoral Norte, investe mais uma vez em inovação e qualidade, adotando um

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ENGENHARIA PERFIL: PLÍNIO OSWALDO ASSMANN, EMINENTE ENGENHEIRO DO ANO DE 2015

“Momento é de repensar o sistema de concessões, para aperfeiçoá-lo”

Na visão do engenheiro mecânico-eletricista Plínio Oswaldo Assmann – eleito pelo Instituto de Engenharia (IE) como Eminente Engenheiro do Ano 2015, agora, 20 anos após a criação das concessões e respectivas agências reguladoras, chegou a hora da categoria dos engenheiros contribuir com suas experiências e conhecimentos para modificar o modus faciendi desses órgãos públicos. Como se sabe, as agências reguladoras são autarquias especiais de Direito Público que exercem funções típicas do Estado nas esferas administrativa, normativa e fiscalizadora. “O nó da questão é a absoluta falta de conhecimento técnico da maioria das agências reguladoras, geralmente constituídas por meio de nomeações para cargos de direção atendendo a critérios político-partidários, e não de competência técnica como requer a lei”, diz, acrescentando que não dá para construir uma nação competitiva com esses métodos.

itorial Eng 614.jpgPALAVRA DO PRESIDENTE

A lei de Licitações nº 8.666 X Regime Diferenciado de Contratações Públicas

Para todos aqueles que se preocupam com as questões administrativas e decisórias da vida pública brasileira, algumas delas se destacam pela sua importância e até mesmo pela simplicidade do problema. Para nós, do Instituto de Engenharia, que estamos assistindo a enorme crise política e econômica que se abate sobre o país, em especial sobre as empresas de engenharia, um dos pontos essenciais de suas causas – e que nunca foi tratado com a profundidade necessária – é simples: contratar corretamente as obras públicas.
É longa a relação de dispositivos legais, regulamentos, procedimentos fiscalizatórios que foram implantados, mas que não atenderam corretamente as necessidades do país. Ao contrário, estes mecanismos, com o intuito de combater os desvios e potenciais corrupções, acabam engessando a administração pública. E assim para se resolver estes entraves, são criados novos dispositivos para se buscar a rapidez perdida. Nos últimos anos, ficou evidente o conflito entre a legislação em vigor e a preocupação com os controles a necessidade de se contratar com alguma rapidez obras ou empreendimentos essenciais. E assim surgiu o Regime Diferenciado de Contratações Públicas (RDC) em oposição à Lei de Licitações nº 8.666 vigente. Conflito este que não está resolvido por inteiro e que afeta profundamente a vida das empresas e da engenharia nacional.

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linha627a.jpgLINHA DE FRENTE

“O objetivo é aumentar GN, bagaço, etanol, eólica e solar na matriz energética de SP”

João Carlos de Souza Meirelles - Secretário de Energia e Mineração do Estado de São Paulos 

Na visão do engenheiro João Carlos de Souza Meirelles, secretário de Energia e Mineração do Estado de São Paulo, as energias do futuro, nos próximos 25 anos, serão as renováveis, como bagaço de cana, etanol, eólicas e solar. Ele informa que o governo paulista está trabalhando para viabilizá-las com energia na base. “E essa energia na base é o gás natural (GN), que será o insumo de transição para esse novo modelo que planejamos”, antecipa. Por meio de decretos, só em 2011 o governo deu incentivos ao biodiesel B-100, através da redução para 12% da carga tributária incidente na saída; aquisição de bens para a fabricação de módulos ou painéis de células fotovoltaicas, através da suspensão do imposto de importação de bens sem similar nacional; aos fabricantes de células fotovoltaicas, por meio da redução para 7% da carga tributária incidente sobre a produção resultante; à produção de energia elétrica a partir da biomassa e de resíduos de cana-de-açúcar, através da desoneração sobre as aquisições de bens; à fabricação de aerogeradores para geração eólica, por meio de diferimento de tributos para compra de matérias-primas e também suspensão do ICMS incidente na importação, quando esta for feita diretamente pelo fabricante.

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