cmpc_1.jpgGuaíba 2, da CMPC, é o maior projeto de válvulas e limits switches da Metso no setor de papel e celulose em nível mundial

A Celulose Riograndense investiu mais de R$ 5 bilhões no que é considerado o maior projeto de uma empresa privada em solo gaúcho: a expansão de sua nova fábrica, iniciada em outubro de 2013 e finalizado em maio de 2015. Neste período, foram contratadas mais de 600 empresas, fornecedoras de serviços e insumos, e gerados mais de nove mil postos de trabalho diretos.

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brookfield_alto_abolicao.jpgAlto da Abolição é o mais novo empreendimento da Brookfield Incorporações em Campinas
 
A Brookfield Incorporações segue apostando no mercado de Campinas e acaba de lançar seu oitavo empreendimento na região: o Alto da Abolição. Sua localização privilegiada permite fácil acesso aos principais pontos da cidade, como o bairro do Cambuí e as avenidas Aquidabã e Francisco Glicério, além de toda uma infraestrutura de serviços, lojas, restaurantes, padarias, bares e clubes.

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usg_placa_waldhof.jpgChapa de gesso contra fogo é usada em casa de eventos no Rio Grande do Sul
 
Uma das maiores casas de shows e espetáculos do Rio Grande do Sul, a Waldhof Festas e Eventos, existente há 16 anos em Canoas (RS), trocou sua decoração feita com tecidos de voil, por placas de gesso Sheetrock Firecode C resistente a fogo. O Rio Grande do Sul é um dos estados do País onde a legislação contra incêndio talvez seja a mais criteriosa devido à tragédia em Santa Maria e a placa da USG foi escolhida exatamente por ter uma comprovada eficiência quanto aos critérios mais exigentes para essas aplicações.

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amelia_cesar_pres.jpg"A inovação é a base do crescimento sustentável", diz presidente da Portobello a empresários do SCMC
 
César Junior falou sobre mercado, crescimento e a cultura da inovação que virou marca da companhia catarinense. Os números da Portobello não deixam dúvidas sobre o seu impacto no mercado de cerâmicas no Brasil e no mundo: são 50 milhões de metros quadrados produzidos por ano em dois parques fabris que empregam 3 mil colaboradores.

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sil_qualifio.jpgSil é apoiadora da Qualifio
 
Empresa apoia trabalho da entidade que monitora o cumprimento das normas dos fios e cabos elétricos que possuem certificação compulsória do Inmetro. Instalações elétricas mal planejadas, profissionais não capacitados e utilização de fios e cabos elétricos que não atendam às normas técnicas põem em risco a segurança, o patrimônio e a vida de todos que dependem de energia elétrica.

 

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abimaq_exportacao.jpgABIMAQ entrega agenda para ampliar exportações
 
Plano para abertura de novos mercados e otimização de vendas externas foi apresentado pela ABIMAQ ao ministro das Relações Exteriores, José Serra. Programa Mais Alimentos, REINTEGRA (Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários para Empresas Exportadoras), parceria com a APEX (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), financiamentos e Mercosul foram alguns dos temas tratados em reunião articulada pelo presidente da Frente  Parlamentar da Indústria de Máquinas e Equipamentos (FPMAQ), deputado Jerônimo Goergen (PP-RS), entre o

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tanque_tecniplas3.jpgTecniplas apresenta megatanques na Fenasan
 
Reservatórios gigantes de compósitos em PRFV substituem com vantagens os similares de concreto e aço vitrificado em aplicações no setor de saneamento. A participação da Tecniplas na Feira Nacional de Saneamento e Meio Ambiente (Fenasan) – de 16-18/08, no Expo Center Norte, em São Paulo – será marcada pela apresentação dos gigantescos reservatórios que a empresa fabrica em Cabreúva, no interior de São Paulo.

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Data 21/07/2016

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ENGENHARIA ESPECIAL: Concessões e PPPs

Infraestrutura no topo da agenda

Investimento é palavra-chave para sair da crise, o que reforça a ideia de que as parcerias são essensiais e devem ser cada vez mas stimuladas, uma vez que são alternativas indispensáveis para permitir a retomada do movimento em prol da infraestrutura e fazer com que a economia do país volte a crescer. Vide, por exemplo, a criação do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) que visa a celebração de concessões e parcerias público-privadas (PPPs) pelo Brasil afora. Diversas entidades de classe têm promovido eventos para discutir a fundo o tema, a exemplo do Instituto de Engenharia (IE), que, ciente do papel da engenharia nacional no desenvolvimento das modalidades para a implantação de novas infraestruturas de logística e mobilidade, promoveu recentemente uma mesa-redonda para interpretar com especialistas as condições que abrangem a estruturação e a modelagem de projetos de parceria do governo com o setor privado. No documentosíntese distribuído ao final do evento, o IE ressalta que “a expansão da infraestrutura desempenha papel histórico em políticas anticíclicas, pois está relacionada à ‘socialização do investimento’ – criar um nível de investimento para não permitir que a atividade econômica venha a cair”.
Segundo a maioria dos representantes da iniciativa privada entrevistados para esta edição especial, na atual conjuntura as parcerias são imprescindíveis, por impactarem positivamente a produtividade da economia em todos os setores, inclusive o da construção. Tanto que as concessões e as PPPs são consideradas as principais apostas para um novo ciclo de expansão das atividades na construção.

itorial Eng 614.jpgPALAVRA DO PRESIDENTE

Ocupação do território pela ferrovia

O Instituto de Engenharia em parceria com o Centro de Agronegócio da Fundação Getúlio Vargas (GVAgro), está desenvolvendo o Programa de Ocupação do Território Nacional pela Ferrovia em associação com o Agronegócio.
Em junho, estive com o engenheiro Jean Carlos Pejo, secretário geral da Associação Latino-americana de Estradas de Ferro (Alaf Brasil), em Brasília, onde apresentamos o programa para Eduardo Parente de Menezes, assessor para o Programa de Parceria de Investimentos (PPI).
O Brasil já produz cerca de 200 milhões de toneladas de grãos, está com um crescimento anual da ordem de 20 milhões de toneladas e tem mercado e condição para dobrar essa produção até 2025. Essa oportunidade pode ser perdida – ou não totalmente aproveitada – pelas restrições logísticas que comprometem a competitividade dos produtos brasileiros fora da fazenda. Considerando a atual situação da economia brasileira e a extraordinária receita em moedas fortes resultando destas exportações, surge a prioridade para os investimentos em logística voltados ao escoamento destas safras, priorizando-se assim as ferrovias, que contam cada vez mais com mercado assegurado.

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629_linha.jpgLINHA DE FRENTE

“Concessionária acha solução criativa para superar atual momento de crise recessiva”

David Antonio Díaz Almazán - Presidente do Grupo Arteris 

Na visão do presidente do Grupo Arteris, David Antonio Díaz Almazán, hoje há muitos países pelo mundo afora que vêm experimentando uma forte redução das receitas, com deficit fiscais elevados e, ao mesmo tempo, os diferentes governos têm priorizado os investimentos em educação, saúde e previdência social – optando por modelos de concessão para as suas infraestruturas. “O setor privado, além de ser uma fonte de financiamento, tem demonstrado uma elevada capacidade de inovação, qualidade e eficiência”, diz, explicando que a Europa tem uma experiência muito bem-sucedida nas concessões rodoviárias há mais de 40 anos. 

629_entrevista.jpgENTREVISTA

“A nova etapa paulista de concessões rodoviárias traz inovações importantes”

Giovanni Pengue Filho - Diretor geral da Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp)

O diretor geral da Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), Giovanni Pengue Filho, afirma que a Agência está focada atualmente na elaboração dos editais de concessões rodoviárias que foram anunciados recentemente. “O lote de Florínia/Igarapava está em consulta pública e o edital deve sair em agosto”, antecipa, explicando que essa concessão contempla 570 quilômetros de rodovias que atravessam 30 municípios das regiões de Marília, Bauru, São José do Rio Preto, Cedral, Barretos, Ribeirão Preto e Franca. “Essa malha receberá 3,4 bilhões de reais em investimentos para uma concessão de 30 anos”, diz, acrescentando que o novo programa de concessões traz mudanças significativas com foco na inovação, adequação de investimentos ao longo do tempo e melhor serviço aos usuários como as revisões quadrienais e o conceito de tarifa média para permitir valores diferentes conforme o uso da rodovia. Para ele, os principais problemas que emperram as concessões e parcerias público-privadas (PPPs) em nível nacional podem ser reunidos num único cenário – o macroeconômico – que torna o setor produtivo menos atraente para os investidores nacionais e internacionais.

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