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19/09/2016 - 22ª Semana de Tecnologia Metroferroviária

Sugestões dos debates fortalecem opção metroferroviária na mobilidade urbana

Após quatro dias de debates sobre os mais variados temas em 13 painéis, apresentação de 66 trabalhos técnicos, dos quais 16 foram ganhadores do 3º Prêmio Tecnologia e Desenvolvimento Metroferroviários ANPTrilhos-CBTU, duas palestras internacionais, uma de um especialista do Japão e outro da Alemanha, além de um painel com a presença de lideranças do setor vindos da América do Sul e da Espanha, encerrou-se na tarde de sexta-feira (16/09/2016) a 22ª edição anual da Semana de Tecnologia Metroferroviária, em São Paulo (SP).

Emiliano Stanislau Affonso Neto, presidente da Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Metrô-AEAMESP – entidade realizadora do evento-, disse que a escolha do tema central dos debates “Investir e Avançar com Eficiência” foi aprovada pela Comissão Organizadora, por entenderem que a melhor saída para a recessão econômica é buscar oportunidades por meio de investimentos e melhorias no desempenho dos serviços prestados e com aumento da produtividade.

Em entrevista concedida ao final dos trabalhos, Affonso se mostrou satisfeito com os resultados obtidos com a presença de mais de 3.400 pessoas, um público qualificado que representou quase todos os Estados e de congressistas da América Latina, Europa e Oriente. Além dos engenheiros associados da AEAMESP, representantes de todos os operadores de transportes ferroviários de cargas e passageiros, de Metrô, VLT e também operadores logísticos.

Segundo Affonso, os debates mostraram que a saída para o Brasil está nas cidades, onde vivem 94% da população. “O Brasil continuou crescendo no agronegócio, que detém a maior produtividade do mundo nos processos de produção, mas geram pouco emprego.  É na cidade que se concentram os empregos e a população crescente exige transporte de melhor qualidade e de grande volume”, explica.

Segundo ele, os debates mostraram também que a multiplicação de rodovias, o incentivo ao transporte individual e o de cargas sobre caminhões no século XX foi ineficaz. A saída para a mobilidade urbana de grandes massas e o transporte de cargas em médias e longas distâncias são os sistemas ferroviários formados por metrô e trens. “Até a década de 1950, as pessoas se deslocavam por trens e as rodovias somavam 5 mil quilômetros. Atualmente são 35 mil quilômetros de rodovias que em 15 ou 20 anos estarão saturadas”, complementa.

Affonso citou, por exemplo, a decisão do governo paulista de construir linhas férreas na macrometrópole (até 120 quilômetros da capital) para transporte de cargas devido à saturação das rodovias de acesso a São Paulo. A palestra de João Gouveia, diretor de Operações da SuperVia, mostrou que o sucesso da organização no deslocamento do público no Rio de Janeiro durante a Olimpíada entre os estádios e arenas esportivas se deveu ao transporte nos trens da SuperVia, das três linhas do Metrô-Rio, do BRT (este sobre pneus) e o Veículo Leve sobre Trilhos-VLT na região central. A maior parte das ruas e avenidas que demandavam as instalações esportivas ficou bloqueada ao tráfego de automóveis e não houve congestionamentos.

“Estamos convencidos que a mobilidade nos grandes centros urbanos só terá sucesso com os sistemas metroferroviários, que precisam ser ampliados e melhorados”, disse Affonso.  Desde o início das operações, o Metrô de São Paulo tem registrado aumento do número de passageiros, com exceção de parte deste ano em que a gratuidade foi estendida para pessoas a partir de 60 anos – antes o limite era 65 – e pela gratuidade aos estudantes de baixa renda, contribuindo para queda na receita tarifária.

Outras discussões que tomaram boa parte dos debates foram: a integração tarifária, as gratuidades, os subsídios às operadoras públicas ou privadas e a busca de receitas além das tarifas. Consultores, executivos, acadêmicos, representantes dos operadores trouxeram inúmeros exemplos de alternativas de soluções, como a exploração das imediações das estações, por meio da construção de shopping centers, praças de alimentação, construção de hotéis, edifícios residenciais e unidades comerciais para aproveitar áreas degradadas ou inutilizadas.

Affonso, engenheiro do Metrô de São Paulo há 33 anos, disse que as linhas do Metrô e as estações não previram a exploração comercial, mas que os shopping-centers em estações. Segundo ele, seriam as concessões à iniciativa privada, iniciadas há dez anos em São Paulo e que já são utilizadas em Salvador (BA) e que avançam da simples operação para a construção, como a Linha 6-Laranja em São Paulo.

Em seu pronunciamento de encerramento, Affonso aproveitou para anunciar ao público presente que a 23ª Semana de Tecnologia Metroferroviária, promovida pela AEAMESP, já está marcada para o período de 12 a 15 de setembro de 2017, nas instalações da Universidade Paulista – UNIP, na Rua Vergueiro, em São Paulo (SP). Por sugestão do palestrante e consultor Frederico Bussinger, o tema deverá ser um balanço dos projetos, planos e promessas feitas nos cinco debates anteriores.

Digital Assessoria Comunicação Integrada

15/09/2016 - 58º Congresso Brasileiro do Concreto oferece extensa programação técnica e social aos profissionais do setor construtivo brasileiro
 
O Instituto Brasileiro do Concreto – IBRACON promove, de 11 a 14 de outubro, em Belo Horizonte, o 58º Congresso Brasileiro do Concreto, fórum nacional de divulgação e debates sobre a tecnologia do concreto e seus sistemas construtivos.
O evento objetiva divulgar as pesquisas científicas, tecnológicas e as inovações sobre o concreto e as estruturas de concreto, em termos de materiais e suas propriedades, gestão e normalização, análise e projeto estrutural, métodos e sistemas construtivos, controle tecnológico, ensaios destrutivos e não destrutivos, e sustentabilidade.
Serão apresentados mais de 600 trabalhos científicos por pesquisadores de universidades, institutos de pesquisa e centros de desenvolvimento e inovação de empresas, nacionais e estrangeiros.
À parte as sessões científicas, integrarão o Congresso os eventos paralelos:
 
III Seminário sobre pesquisas e obras em concreto autoadensável, onde serão expostos assuntos como dosagem, transporte, lançamento, normalização e aplicações do concreto autoadensável – estão confirmadas as palestras dos pesquisadores norte-americanos Joseph Daczko (gerente de produto da Basf e autor do livro Self Consolidating Concrete: Applying what we know) e Kamal Khayat (professor do Departamento de Engenharia Civil da Universidade de Ciência e Tecnologia do Missouri);
 
II Seminário sobre obras emblemáticas, no qual será apresentada a engenharia usada para superar os desafios na concretagem de supraestruturas de edifícios altos e de obras, como o Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, e oTeatro Digital, em São Paulo, entre outras;
 
I Simpósio sobre ensaios não destrutivos para avaliação de estruturas de concreto, que vai apresentar as técnicas mais avançadas para o monitoramento, a investigação e a avaliação de estruturas de concreto deterioradas;
 
I Seminário sobre o ensino de Engenharia Civil, que vai debater a qualidade e atualidade do ensino de engenharia civil no país, com vistas a gerar propostas de projetos para mudança da legislação que rege os currículos de graduação e pós-graduação no Brasil;
 
I Seminário sobre melhores práticas na execução de estruturas de concreto, onde serão apresentadas as boas práticas na execução de estruturas, que contribuem com a segurança, o desempenho e a durabilidade das obras.
 
Destaques na programação serão as conferências plenárias, quando os congressistas terão a oportunidade de aprender com a experiência de pesquisadores e engenheiros estrangeiros especialmente convidados para o evento. Nesta edição do Congresso estão confirmados os palestrantes:
Donald Macphee, professor de química da Universidade de Aberdeen (Escócia) e pesquisador do Nanocem, consórcio europeu de pesquisadores direcionado para a pesquisa sobre o cimento, que vai expor sua pesquisa sobre a cinética da reação dos materiais cimentíceos suplementares no concreto, assunto ainda não completamente entendido pela comunidade científica;
 
Hugo Corres Peiretti, professor de estruturas de concreto da Universidade Politécnica de Madrid (Espanha), vice-presidente da fib (Federação Internacional do Concreto) e fundador da empresa de projetos Fhecor, que vai tratar da engenharia para um mundo mais sustentável;
 
Roberto Stark, presidente da Stark+Ortiz, empresa de consultoria situada na Cidade do México, envolvida em projetos estruturais para edificações e infraestrutura, e professor do Departamento de Estruturas na Universidade Nacional do México (UNAM), que abordará os sistemas estruturais e os materiais usados na construção de edifícios altos.
 
Para quem precisa complementar sua educação na área, serão oferecidos três cursos de atualização profissional:
Projeto de lajes em concreto armado e protendido;
Estruturas pré-fabricados de concreto;
Ensaios destrutivos e não destrutivos para avaliação de estruturas de concreto.
 
Atividades técnicas de relacionamento
Concursos técnicos entre estudantes de Engenharia Civil, Arquitetura e Tecnologia vão ter lugar na Arena das Competições. O objetivo desses concursos é fazer o estudante aplicar o conhecimento adquirido nas aulas para confecção de uma bola resistente de concreto (Concrebol), um pórtico de concreto capaz de resistir aos impactos dinâmicos (Aparato de Proteção do Ovo), um corpo de prova cúbico colorido (Concreto colorido de alta resistência) e um projeto arquitetônico e estrutural de uma passarela de concreto (Ousadia). Nessas competições os jovens aprendizes, além de serem assessorados por seus professores orientadores, aprendem com o convívio com engenheiros experientes, que comparecem à Arena para assistir às provas.
A cada edição do Congresso, é realizada a Feira Brasileira das Construções em Concreto - Feibracon, espaço de exposição das empresas da cadeia produtiva do concreto, onde engenheiros e estudantes poderão conhecer as novidades em termos de produtos e serviços oferecidos ao mercado construtivo brasileiro, e estreitar relacionamentos. Adicionalmente, as empresas patrocinadoras do evento terão a chance de apresentar palestras técnico-comerciais sobre seus produtos no Seminário das Novas Tecnologias, que também compõe a programação.
Além disso, o 58º Congresso Brasileiro do Concreto premiará os profissionais de destaque do ano e as melhores teses de doutorado na área de estruturas e de materiais, realizará reuniões técnicas e oferecerá coquetéis e um jantar de confraternização. Tudo isso com vistas a incentivar a interação técnica e o relacionamento entre os profissionais presentes no evento.
O Congresso Brasileiro do Concreto é aberto aos profissionais em geral do setor construtivo, tecnologistas de concreto, projetistas de estruturas, professores e estudantes de Engenharia Civil, Arquitetura e Tecnologia, profissionais técnicos de construtoras, empresas de energia, fabricantes de equipamentos e materiais para construção, laboratórios de controle tecnológico, órgãos governamentais e associações técnicas.
Nas últimas edições, o evento contou com a participação de cerca de 1000 inscritos.
Mais informações: www.ibracon.org.br
 
Comunicação Ibracon

15/09/2016 - Embrapa realiza evento de negócios sobre o aproveitamento sustentável da biodiversidade brasileira
 
O aproveitamento racional e sustentável das diferentes espécies nativas do Brasil é uma preocupação constante do governo, das indústrias que utilizam matérias-primas da biodiversidade brasileira e da sociedade em geral. Alimentos, cosméticos, perfumaria, medicamentos, inoculantes, fibras e resinas são alguns dos produtos do nosso dia-a-dia que utilizam estas matérias-primas.
Para conhecer melhor e refletir sobre os aspectos que envolvem o mercado de espécies nativas brasileiras, a Embrapa está realizando, nos dias 21 e 22 de setembro, o Workshop Nichos de Mercado para o Setor Agroindustrial com o tema “Espécies Nativas do Brasil: conhecimentos, tecnologias e negócios”, organizado pela Embrapa Produtos e Mercado, em parceria com a Unicamp.
O objetivo é proporcionar a articulação e discussão entre os participantes, identificar as oportunidades de negócios relacionados às cadeias produtivas de nichos, com enfoque em produtos advindos de espécies nativas, além de promover a cooperação entre os participantes e a Embrapa, criando alternativas de ampliação desse mercado e a inserção de novos empreendedores no segmento.
Na dinâmica do workshop, serão apresentadas palestras, estudos de caso e debates sobre oportunidades de mercado para produtos da biodiversidade brasileira, políticas públicas para o aproveitamento responsável destes produtos, bem como o conhecimento sobre o uso de matérias-primas de espécies nativas como frutas, castanhas, palmito, peixes e recursos florestais não madeireiros nativos e sua aplicação na indústria de alimentos, incluindo o setor de sorvetes e nas indústrias de cosméticos e fragrâncias.
Dentro do contexto do evento estão programados espaços e intervalos para a articulação de empresas públicas e privadas envolvendo negócios com espécies nativas, seus processos, tecnologias e conhecimentos. Na programação estarão presentes profissionais da indústria, da produção rural, dos setores de alimentos, recursos florestais e cosméticos, pesquisadores e técnicos de centros de pesquisa da Embrapa e representantes do Governo.
Os públicos-alvo do “Workshop Nichos de Mercado para o Setor Agroindustrial” são empresários e industriais do setor agrícola e afins, distribuidores varejistas e atacadistas, produtores rurais, representantes do setor de produção de sementes e mudas, profissionais da área de gastronomia, empreendedores, agentes de instituições de fomento, agentes de órgãos reguladores, formadores de opinião e estudantes universitários.
O evento conta com o apoio institucional da Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (ABIA), Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC) e Instituto de Pesquisas e Estudos da ABIHPEC , Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Essenciais, Produtos Químicos Aromáticos e Afins (ABIFRA), Associação Brasileira das Indústrias e do Setor de Sorvetes (ABIS) e Associação Brasileira de Piscicultura (PeixeBR).
 
As inscrições para o Workshop e informações detalhadas estão disponíveis no site:
www.embrapa.br/workshopnichos2016

Serviço:

Evento: Workshop Nichos de Mercado para o Setor Agroindustrial.

Tema do Evento: “Espécies nativas do Brasil: conhecimentos, tecnologias e negócios”

Data: 21 e 22 de setembro de 2016.

Horário: 8h00 às 18h00.

Local: Auditório 5 FCM/Unicamp

Endereço: Rua Albert Sabin. s/nº – Cidade Universitária “Zeferino Vaz”

Distrito de Barão Geraldo - Campinas, SP

Assessoria de Imprensa

Embrapa Produtos e Mercado

14/09/2016 - Setor de Nãotecidos discute as novas tecnologias e perspectivas para o setor de Infraestrutura e Geotecnia
 
Realizado pela Associação Brasileira das Indústrias de Nãotecidos e Tecidos Técnicos (ABINT), o encontro visa promover a troca de informações sobre os cenários e tecnologias referentes aos segmentos em que os Nãotecidos são aplicados
 
O segmento de infraestrutura é grande usuário de Nãotecidos, desde barragens, estabilização de solos e subsolos, recapeamento asfáltico, drenagem e reforço de solos, impermeabilização de lajes, piscinas e reservatórios, contenção de solos e arrimos, aterros mecânicos, reforços de concreto, redes de proteção e contenção, impermeabilização de subcoberturas e outros. Em 2015, a Construção Civil e a Geotecnia demandaram 7% da produção de Nãotecidos.
Pensando no desenvolvimento conjunto desses dois segmentos inter-relacionados, a ABINT (Associação Brasileira das Indústrias de Nãotecidos e Tecidos Técnicos) vai reunir em sua sede, em São Paulo, nos dias 3 e 4 de outubro, importantes players do setor de Infraestrutura e de outros demandantes de Nãotecidos para discutir perspectivas de mercado, novas tecnologias e as oportunidades de desenvolvimento.

O objetivo deste evento é fortalecer a cadeia produtiva de Nãotecidos e Tecidos Técnicos, evidenciando a relevância desses produtos no desenvolvimento de importantes setores da economia, suas vantagens competitivas, além das principais tecnologias usadas por este setor, que apresenta os seguintes indicativos:
· Consumo Aparente: 306.644 toneladas toneladas/ano
· Exportação: 41.556 toneladas/ano
· Importação: 38.986 toneladas/ano
· Empregos diretos: cerca de 18 mil pessoas
·  Nos últimos 5 anos investiu mais de US$ 180 milhões em atualização tecnológica e equipamentos de última geração.

Especificamente, o para o segmento de Infraestrutura, a ABINT vai receber Vera Fernandes Hachich, sócia da TESIS – Tecnologia e Qualidade de Sistemas em Engenharia, que vai abordar sobre a garantia de qualidade de materiais de construção. Receberá também André Estevâo, presidente da IGS Brasil, que fará recomendações técnicas para geossintéticos.
A ABINT também convidou a economista sênior do banco Safra e Doutora em Economia pela Universidade de Illinois, Priscila Deliberalli, e o economista do banco Itaú, Luka Machado Barbosa, Mestre em Economia pelo Insper, que vão abordar sobre o cenário, tendências e oportunidades da economia brasileira do ponto de vista dos Nãotecidos.
O evento será encerrado com um debate sobre os reflexos da economia no setor de Nãotecidos, com o economista Luka Machado Barbosa, e com a participação de Daniel Guerrero CEO da Berry Plastics, Valdemir Radde, diretor comercial da Fitesa e Walmir Soller, líder do negócio PP da Braskem.
Segundo o presidente da ABINT, Carlos Eduardo Benatto, a iniciativa vem promover um debate importante neste momento particular da economia brasileira, visando contribuir com o segmento dos Nãotecidos na busca de sua competitividade. “Trata-se de um setor com importante presença em segmentos industriais relevantes, como o automotivo, construção e infraestrutura, além de medicina e saúde, entre outros. Dessa forma, o incentivo ao desenvolvimento do mercado de Nãotecidos só tem a contribuir para o crescimento econômico do país como um todo”, afirma Benatto.
 
Serviço: SEMINÁRIO DE NÃOTECIDOS ABINT
Quando: 03 e 04 de outubro de 2016
Local: ABINT
Rua Marques de Itu, 968 – Higienópolis – São Paulo / SP
Horário: 8h30 às 19h
Informações e inscrições: http://www.abint.org.br/seminario.html
 
Sobre o setor de Nãotecidos: O segmento de Nãotecidos, no Brasil, registra hoje Consumo Aparente de 306.644 toneladas (US$ 1,1 bilhão), produção de 309.214 toneladas, importações de 38.986 toneladas, exportações de 41.556 toneladas, além de empregar diretamente 17.956 pessoas. O Brasil registra consumo per capita/ ano de 1,49 kg/ hab.
Trata-se de uma indústria que nos últimos 5 anos investiu mais de US$ 180 milhões em atualização tecnológica em equipamentos de última geração, como Agulhados, Spunlaced (hidroentrelaçamento), e Spunbond (tecnologias de filamento contínuo de PP, e de filamento bicomponente PP e Polietileno). Os investimentos previstos para os próximos 2 anos é de cerca de US$ 60 milhões.
Os principais mercados de atuação: Descartáveis Higiênicos (48%), Indústria Calçadista (8%), Indústria Automotiva (8%), Construção Civil e Geotecnia (7%), Indústria de Filtração (7%), Vestuário Médico Hospitalar (6%), Limpeza (2%) e outros (14%) como moveleiro, embalagens, material promocional, decoração, tapetes, carpetes, entretelas, aplicações industriais, agrotêxtil etc.
 
Sobre o setor de Tecidos Técnicos: O segmento de Tecidos Técnicos, no Brasil, registra hoje Consumo Aparente 335.567 toneladas (US$ 1,9 bilhão), produção de 296.515 toneladas, importações de 45.793 toneladas, exportações 6.741 toneladas, além de empregar diretamente 24.518 pessoas. O Brasil registra consumo per capita/ ano de 1,63 kg/ hab.
Trata-se de uma indústria que nos últimos 2 anos investiu mais de US$ 120 milhões. Os investimentos previstos para os próximos 2 anos é de cerca de US$ 30 milhões.
Os principais mercados de atuação: big-bags e embalagens (45%), industrial (7%), automotivo (6%), lonas e coberturas arquitetônicas (6%), esportes (4%), roupas de segurança (3%) e outros (29%), tais como calçadista, filtração etc.
 
M.Free Comunicação

14/09/2016 - Gerdau apresenta linha de aços planos na Construmetal 2016
 
gerdau_planos.jpgOs participantes da do Construmetal, maior evento da Construção Metálica da América Latina, terão oportunidade de conhecer a linha de aços planos para construção civil da Gerdau. A Companhia, que ampliou recentemente seu portfolio para o setor,  apresentará, ao longo dos dias 20, 21 e 22 de setembro, detalhes sobre bobinas laminadas a quente e chapas grossas, além de seus produtos já reconhecidos no mercado, como barras e perfis estruturais.
Para entender melhor a aplicação dos itens, Fábio Pannoni, consultor técnico da Companhia, realizará três palestras. A primeira, no dia 20, sobre aços para construção metálica, a segunda abordando especificamente aços planos no setor e, por fim, no terceiro dia, falará sobre a atuação dos aços patináveis, que são resistentes à corrosão atmosférica.
Com o tema de "Aço: Protagonista do crescimento - Tecnologia e Produtividade para a Construção", o evento, organizado pela ABCEM - Associação Brasileira da Construção Metálica, divulgará os principais avanços tecnológicos e inovações da indústria da construção metálica, além de contar com a presença de conferencistas nacionais e internacionais renomados do mercado.
 
Sobre a Construmetal   
Datas: 20, 21 e 22 de setembro
Local: Centro de Convenções Frei Caneca - R. Frei Caneca, 569 - Consolação, São Paulo – SP     
Horário: Das 9h às 20h   

Sobre a Gerdau - A Gerdau é líder no segmento de aços longos nas Américas e uma das principais fornecedoras de aços especiais do mundo. No Brasil, também produz aços planos e minério de ferro, atividades que estão ampliando o mix de produtos oferecidos ao mercado e a competitividade das operações. Além disso, é a maior recicladora da América Latina e, no mundo, transforma, milhões de toneladas de sucata em aço, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento sustentável das regiões onde atua. As ações das empresas Gerdau estão listadas nas bolsas de valores de São Paulo, Nova Iorque e Madri.
 
Foto: divulgação
Burson-Marsteller

14/09/2016 - Crescimento e melhoria da rede metroferroviária no Brasil

Projeto e obras da Linha 2 da CCR Metrô Bahia, desde seu planejamento, concepção e seus impactos na Região Metropolitana de Salvador; Projeto e obras da Linha 13 da CPTM, desde seu planejamento, concepção e seus impactos na rede metroferroviária e na sociedade; A remodelação operacional da Supervia, inclusive a implantação da nova sinalização, estratégias operacionais e outras melhorias; O legado olímpico do Rio - o VLT Carioca e a Linha 4 do metrô.

Os temas estarão em discussão hoje (14/09), das 14h00 às 15h20 no painel 3 “Crescimento e melhoria da rede metroferroviária no Brasil”, da 22ª Semana de Tecnologia Metroferroviária, realizada em paralelo a METROFERR  EXPO de 13 a 16 de setembro de 2016, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo.

Participam do painel, como coordenador: Joubert Fortes Flores Filho, presidente da ANPTrilhos; Luís Augusto Valença de Oliveira, diretor presidente CCR Metrô Bahia; Paulo de Magalhães Bento Gonçalves, presidente da CPTM; João Gouveia, diretor da Supervia; Eric Farcette, diretor de Comércio e Desenvolvimento Internacional da Alstom.

Os eventos, realizados pela Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Metrô – AEAMESP, tem uma das programações mais rica envolvendo o setor de transporte sobre trilhos, mobilidade urbana e infraestrutura.

Os painéis desta quarta feira (14-09)

10h40 às 12h00 – Painel 2

Visão de futuro - alinhando a rota

A implantação de projetos de mobilidade em todo o país vem enfrentando sérias di­ficuldades, com dilatação de prazos e custos, com muitos projetos interrompidos. Como superar essas di­ficuldades? A realização dos projetos executivos antes da contratação das obras é recomendável e viável, mesmo com a sanção da nova Lei Federal 13.303/2016, que praticamente exige a contratação semi-integrada com elaboração do projeto executivo pelo contratado? A certifi­cação metroferroviária pode ser um mecanismo para a conformidade e transparência? O licenciamento ambiental é, de fato, uma barreira para os empreendimentos? Como adequar as informações necessárias em cada fase do licenciamento ambiental com os cronogramas de desenvolvi - mento dos projetos, desapropriações, investigações, etc.? Qual a importância de contratos de gestão entre o Poder Público e as empresas operadoras públicas?

Coordenador: João Carlos de Souza Meirelles, secretário de Energia de SP; Joaquim Lopes da Silva Junior, presidente da EMTU; Ana Cristina Pasini da Costa, diretora de Avaliação de Impacto Ambiental da CETESB; Cícera Simoneide Figueiredo Carvalho, gerente de Controle Financeiro do Metrô-SP

15h40 - 17h00 - Painel 4

Painel internacional da ALAMYS – As melhores práticas para gestão eficiente das empresas metroferroviárias | Assinatura do convênio de cooperação ALAMYS/AEAMESP

Em tempos de restrições orçamentárias, muitos operadores são obrigados a desenvolver medidas para aumentar a efi­ciência dos projetos e reduzir custos.

Neste painel, com metrôs de diferentes países, serão apresentadas soluções e medidas inovadoras que ajudaram os operadores a se adaptar à nova realidade econômica e a vislumbrar possibilidades de gestão mais e­ficiente. O objetivo é destacar as melhores práticas

internacionais para apoiar os operadores brasileiros na situação desa­fiadora que enfrentam atualmente.

Coordenador: Constantin Delis, chefe da Secretaria Geral -

ALAMYS; Roland Zamora, gerente de Planejamento e Relações

 Internacionais, Metro Santiago e Secretário Geral da

 ALAMYS; Ester Litovsky, gerente de Planejamento Estratégico,

 Metrovias S.A. de Buenos Aires; José Manuel Mera, diretor do CITEF - Centro de Investigação de Tecnologias Ferroviárias da Universidade Politécnica de Madrid

15-09 – Quinta-Feira

9h00 às 10h20 – Painel 5

Os desa­fios da Integração

As gratuidades e a necessidade de racionalização para o equilíbrio ­financeiro dos sistemas. A Política Tarifária e seu impacto ­financeiro; O papel do Setor Público na gestão da integração tarifária.

Coordenador: Alencar Izidoro, jornalista da Folha de S. Paulo; Maria Inês Garcia Lippe, diretora da PTV Brasil; Jurandir Fernandes, coordenador do GT Mobilidade e Logística do SEESP e vice presidente Honorário da UITP;  Harald Zwetko‑, presidente da ViaQuatro

10h40 - 12h00 - Painel 6

Institucionalizações das Regiões metropolitanas, uma necessidade

O Estatuto da Metrópole defi­ne condições para participação da União no desenvolvimento metropolitano e a titularidade de serviços públicos de interesse comum é compulsoriamente compartilhada entre estado e municípios. Entretanto, o arcabouço legal ainda tem questões pendentes relevantes: Participação mais efetiva da união com a constituição de um pacto interfederativo para desenvolvimento das metrópoles; Fonte de recursos estável vinculada aos conselhos de desenvolvimento; Modelo para participação da sociedade civil prevista no Estatuto da Metrópole.

Esse painel tem por objetivo conhecer o estado da arte da questão e propor um pacto interfederativo para gestão compartilhada das metrópoles nacionais.

Coordenador: Renato Viegas, Secretaria dos Transportes Metropolitanos – SP; Alaôr Caffé Alves, Livre Docente da Faculdade de Direito da USP; Fernando Chucre e Luiz José Pedretti, Presidência da Emplasa; Fernando de Mello Franco, secretário Municipal de Desenvolvimento Urbano de São Paulo

14h00 - 15h20 - Painel 7

Transporte ferroviário na Macrometrópole

A otimização do uso da infraestrutura e a remoção dos entraves para o crescimento do transporte ferroviário; O compartilhamento da faixa pelos

trens de passageiros e de carga; A harmonização do transporte de carga e passageiros na Macrometrópole Paulista – trens regionais, ferroanel e trens metropolitanos; O trem Pé Vermelho no Norte do Paraná.

Coordenador: Eduardo Hotz, presidente do Metrofor; Rodrigo Otaviano Vilaça, presidente da Sessão Ferroviária, CNT; Milton Xavier, diretor de Planejamento da Dersa; Murilo Noronha da Luz, coordenador da Secretaria

de Planejamento do Estado do Paraná;

Debatedor: Jurandir Guatassara Boeira, professor Doutor da Universidade Estadual de Londrina

15h40 - 17h00 - Painel 8

Transporte ferroviário de carga no Brasil

A repactuação das Concessões Ferroviárias; A perspectiva do transporte ferroviário na malha da VLI. As ações da MRS na Baixada Santista, no Vale do Paraíba e o crescimento do transporte de contêineres. Estudos para implantação da ferrovia noNorte do Pará.

Coordenador: Vicente Abate, Presidente da Abifer; Alexandre Porto Mendes de Souza, superintendente da ANTT; José Osvaldo Cruz, Relações Institucionais da VLI; José Roberto Lourenço, serente Geral de Relações

Institucionais da MRS Logística; Renato Casali Pavan, presidente da Pavan Engenharia e Participações.

16-09 – Sexta-Feira

9h00 - 10h20 - Painel 9

Participação privada - como viabilizá-la?

Avaliação técnica sobre os fatos e tendências das atuais PPP metroferroviárias; O empreendimento Linha 6-Laranja do metrô paulistano. Proposta de concessão da Linha 5-Lilás do Metrô-SP.

Coordenador: José Roberto Generoso, secretário Nacional de Transporte e Mobilidade Urbana; Saulo Krichanã Rodrigues, diretor-geral do ISITEC– Instituto Superior de Inovação e Tecnologia; Thais Rey Grandizoli, assessora da Secretaria de Governo do Estado de SP

Debatedor: Ailton Brasiliense Pires, presidente da ANTP - Associação Nacional de Transportes Públicos

10h40 - 12h00 - Painel 10     

Fontes de recursos para implantação e operação dos sistemas metroferroviários.

Não podemos nos dar ao direito de não utilizar recursos gerados pelo setor para mitigar os custos de implantação e operação. Este painel trará exemplos

internacionais e abordará a evolução das estações metroferroviárias, hoje transformadas em polos de atração e desenvolvimento, os sistemas metroferroviários como promotores do desenvolvimento e não somente indutores e como capturar o incremento de arrecadação tributária resultante da implantação de novas linhas metroferroviárias.

Coordenadora: Luciene Ferreira Monteiro Machado, superintendente da Área de Saneamento e Transporte do BNDES; Fernando de Caires, divisão América Latina da UITP, Luiz Antonio Cortez Ferreira, diretor da AEAMESP

14h00 - 16h00 - Painel 11

Recolocar o Brasil nos Trilhos

Diante do quadro da crise nacional, quais são as perspectivas para o setor de Transporte sobre Trilhos? Que medidas encetar desde já para mitigar os efeitos deletérios da crise que já está nos atingindo? A necessidade de remoção dos entraves para implantação de empreendimentos metroferroviários. Atualidade e possibilidade de benefícios ­fiscais em projetos metroferroviários.

Como articular o legislativo e avançar?

Coordenador: Emiliano Stanislau Affonso Neto, Presidente da AEAMESP; José Eduardo S. Castello Branco, subsecretário de Planejamento Estratégico e Modernização Fazendária do Rio de Janeiro; Frederico Bussinger, consultor; José Manuel Ferreira Gonçalves, professor Doutor da UNIP; deputado João Caramez, Assembléia Legislativa de SP

16h20 - 17h00

PALESTRA DE ENCERRAMENTO

Clodoaldo Pelissioni

Secretário de Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo

17h00 - 17h40

CERIMÔNIA DE ENCERRAMENTO

Confira a programação no http://www.aeamesp.org.br/22semana/programa-preliminar/

Serviço      
22ª Semana de Tecnologia Metroferroviária e METROFERR EXPO 2016
Data: 13 a 16 de setembro de 2016
Local: Centro de Convenções Frei Caneca
Endereço: Rua Frei Caneca, 596, 4º – São Paulo – SP
 
Digital Assessoria Comunicação Integrada

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