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Eventos

22/09/2016 - Seminário Brasil-Alemanha de Inovação apresenta a Manufatura Avançada
 
Simultaneamente ao Seminário, ocorre a Feira de Carreiras e, ao seu final acontece a cerimônia de entrega do IV Prêmio Brasil-Alemanha de Inovação, com a presença de presidentes, CEOs e diretores de grandes empresas, como também representantes do governo e de ICTIs
 
O Seminário Brasil-Alemanha de Inovação apresenta anualmente as principais tendências em inovação e tecnologia. Contando com a parceria institucional de diversas entidades públicas e privadas do Brasil e da Alemanha e com o patrocínio das empresas BASF, Bayer, SAP e Siemens, além do apoio do Centro Alemão de Ciência e Inovação (DWIH) e do Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico (DAAD), o tema escolhido para sua quarta edição é Indústria 4.0 (Manufatura Avançada).
Sua abordagem será feita a partir de diferentes perspectivas, considerando, além das visões de empresas de grande porte e das tendências para o futuro, o ponto de vista das Pequenas e Médias Empresas (PMEs) e o atual cenário da indústria automatizada.
Entre os palestrantes estarão presentes renomados executivos e convidados do governo e de instituições de ciência, tecnologia e inovação (ICTIs), brasileiros e alemães, incluindo o Instituto Fraunhofer de Engenharia de Software Experimental, o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), a Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável (GIZ), a Confederação Nacional da Indústria (CNI), entre outros representantes do setor privado.
Simultaneamente ao Seminário, ocorre, no mesmo dia e local, a Feira de Carreiras para ex-bolsistas do DAAD e do Ciência sem Fronteiras (CsF), composta por um evento matchmaking e painéis temáticos (“Startups”, “Oportunidades da indústria 4.0” e “Competências para o futuro”).  Essa ação tem como objetivo fornecer ao estudante em fase final da sua graduação e aos recém-graduados ou pós-graduados instrumentos para se inserirem no mercado de trabalho com mais facilidade.
Prêmio Brasil-Alemanha de Inovação
O final do dia é reservado para a cerimônia do IV Prêmio Brasil-Alemanha de Inovação, que integra a iniciativa Startups Connected. Na premiação estarão presentes presidentes, CEOs e diretores de grandes empresas, como também representantes do governo e de ICTIs.
A ocasião oferece aos participantes acesso a conteúdo de alto nível, além da oportunidade de networking em um ambiente propício para a geração de negócios e novas parcerias.
O Prêmio Brasil-Alemanha de Inovação acontece desde 2013, tradicionalmente após o Seminário Brasil-Alemanha de Inovação. A edição de 2016 do Prêmio registrou um total de 222 startups inscritas nas seis categorias.
Será premiada, durante o evento, a startup brasileira com maior pontuação em cada categoria – Cidades do Futuro, Ciências da Vida, Cultura, Digitalização e Mobilidade –, e apenas uma alemã na categoria “Alemanha”. As três startups brasileiras finalistas em cada categoria concorrerão automaticamente a uma vaga no programa AHK Startups Accelerator.

Os vencedores e seus projetos:
-A Solum, vencedora da categoria Cidades do Futuro, apresentou uma solução para tratamento de resíduos classe 1 (perigosos). A solução baseia-se em uma tecnologia inovadora patenteada e batizada de “Duo Therm”, capaz de processar resíduos de qualquer classe com vantagens em relação a qualquer outra tecnologia hoje existente no mercado nacional e internacional.
-A Bio Bureau Biotechnology, vencedora da categoria Ciências da Vida, apresentou uma solução para remover resíduos de metais (até 90%) tornando águas e metais poluídos aptos ao reuso. A solução, batizada de Heavy Metal Coletor, utiliza engenharia genética para construir proteínas que são usadas como base para a proposta apresentada.
-A Prosas, vencedora da categoria Cultura, apresentou uma solução, plataforma online, para investidores e empreendedores sociais se relacionarem e gerirem seus projetos por meio de ferramentas de monitoramento e análise. A solução consiste em um marketplace, na lógica de um SaaS, que atende um público ainda pouco explorado por empresas com soluções similares, porém para outros nichos.
-A Oxiot, vencedora da categoria Digitalização, apresentou uma solução para monitorar o consumo de oxigênio medicinal por paciente via Internet das Coisas ofertando gestão logística e clínica em tratamentos feitos em casa, consultórios ou hospitais. A inovação consiste em um dispositivo que é acoplado externamente a fluxômetros comuns.
-A vencedora da categoria Mobilidade, Nexer Labs, apresentou uma solução que visa transformar carros comuns em carros conectados, ajudando os motoristas com uma condução mais consciente, econômica e segura. A solução utiliza técnicas de machine learning e dados gerados por smartphones para determinar o perfil do motorista, entender o desempenho do carro, prever falhas, determinar ações para melhorar o consumo de combustível etc.

Serviço
Seminário Brasil-Alemanha de Inovação
Data: 29 de setembro de 2016, quinta-feira
Local: Espaço de Eventos Villa Blue Tree Rua Castro Verde, 266, Chácara Santo Antônio – São Paulo
Horário: 09:15h às 17:30

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22/09/2016 - II Congresso Internacional de Direito Digital debate impacto das tecnologias na indústria
 
Compliance, Direito digital e combate à corrupção são temas centrais no debate
 
O II Congresso de Direito Digital da FIESP terá como foco os desafios, oportunidades e inovações para a indústria propiciados, inclusive, pela tecnologia e seu impacto nas relações sociais e profissionais.
Nesse evento será debatida a necessidade de segurança jurídica, além de dar uma visão sobre o direito internacional aplicado. O Congresso, estruturado em seis painéis nos dias 27 e 28 de setembro, contará com a participação de procuradores da Justiça, delegados da Polícia Federal, especialistas, pesquisadores e acadêmicos.
O primeiro painel, sobre a sociedade da informação e compliance, deverá esclarecer como a tecnologia pode impulsionar os negócios, bem como eventuais lacunas em sua regulação e, ainda, a relação entre compliance e Direito Digital.
No seguinte, a Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal e a Escola Nacional de Polícia Judiciária (EADELTA) irão tratar de compliance digital e combate à corrupção.
O debate prossegue com Direito digital comparado: a era do Big Data e os desafios da privacidade e da segurança da informação. Quais as tendências regulatórias no Brasil, nos Estados Unidos, na Europa e na América Latina e seu impacto na sociedade? Para encerrar o dia, aspectos legais nos bloqueios de aplicativos como o WhatsApp.
Na sequência, no dia 28, governo digital: os principais desafios da tecnologia, riscos, compliance e anticorrupção diante dos desafios jurídicos da atualidade digital. O tema envolve provas digitais, o cruzamento de informações, e-Social e sigilo fiscal, por exemplo.
O quinto painel trará temas como governança, riscos corporativos e direito digital. O tema envolve o desenvolvimento dos negócios com a proteção jurídica e de integridade. Serão abordados os principais instrumentos e mecanismos para proteção dos ativos de indústria, tais como marcas, patentes, mapeamento de redes sociais, proteção de softwares e o alinhamento com a governança e os riscos corporativos.
No último painel, os desafios da tecnologia da informação, compliance e educação digital para a indústria tendo em vista a necessidade de se implementar Códigos de Ética e canais de denúncia anônima nas empresas, além de avaliar a Lei n. 12.846/2013 (Anticorrupção).
Entre as autoridades confirmadas na abertura do evento, Gilmar Mendes (ministro do Supremo Tribunal Federal e presidente do Tribunal Superior Eleitoral-TSE) e Marcos da Costa (presidente da Ordem dos Advogados do Brasil - OAB/SP).  

SERVIÇO:
II Congresso de Direito Digital
Dia e hora: 27 e 28 de setembro, das 8h30 às 18h30
Para saber mais:
http://www.fiesp.com.br/agenda/ii-congresso-internacional-de-direito-digital-2016/
Parceria: Damásio Educacional, Instituto Brasiliense de Direito Público (ADP), Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) e Finch Soluções
 
Federação das Indústrias do Estado de São Paulo - FIESP
Centro das Indústrias do Estado de São Paulo - CIESP

21/09/2016 - Debate na FGV: Licenciamento ambiental pós-Belo Monte, o que (não) estamos aprendendo
 
No próximo dia 23 (sexta), em São Paulo, especialistas e convidados do GVces (Centro de Estudos em Sustentabilidade) analisam os principais mitos do licenciamento ambiental e o legado das grandes obras para o desenvolvimento local
 
“Licenciamento ambiental pós-Belo Monte: o que (não) estamos aprendendo?” é o nome do debate organizado pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getulio Vargas (FGV/GVces), que será realizado no próximo dia 23, das 9h às 13h.
Participam Cristina Catunda (International Finance Corporation), Flávia Scabin (Escola de Direito FGV), Francisco Costa (Universidade Federal do Pará), Gracinda Magalhães (Fórum de Defesa de Altamira, Pará), Marcônio Paiva (Prefeitura Municipal de Vitória do Xingu, Pará) e Nilvo Silva (Consultor, ex-diretor de Licenciamento do IBAMA).
O evento terá dois temas principais que serão discutidos por especialistas e convidados do GVces. São eles:
1) Os mitos que circundam o licenciamento ambiental: (1) as grandes obras na Amazônia contribuem para o desenvolvimento local; (2) o processo de licenciamento ambiental é uma coisa, e o desenvolvimento regional é outra; (3) a falta de capacidade institucional; (4) a participação social, ainda que fundamental, torna os processos morosos e infindáveis, e (5) tudo se resolve com um bom sistema de monitoramento.
2) Apresentação dos resultados do projeto Indicadores Belo Monte (http://mediadrawer.gvces.com.br/publicacoes/original/indicadores-de-belo-monte-2016.pdf), iniciado em 2004 a pedido da Câmara Técnica de Monitoramento das Condicionantes de Belo Monte (CT-5) do Comitê Gestor do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu. O Indicadores de Belo Monte estimula o entendimento do papel das condicionantes da Usina Hidrelétrica de Belo Monte à luz do desenvolvimento local e da implementação de políticas públicas, com a identificação de problemas e obstáculos, de diagnóstico e de proposição de encaminhamentos sobre assuntos de impacto na região e na população local como o saneamento básico da cidade de Altamira, o desmatamento e a degradação ambiental, a proteção territorial indígena, a transparência institucional, entre outros temas.
O projeto inédito colabora decisivamente para a transparência das informações sobre a Usina Hidrelétrica de Belo Monte, fortalecimento do controle social e construção de propostas que visam qualificar a atuação coordenada e integrada do poder público e do empreendedor, no que tange às responsabilidades com a reparação e mitigação dos impactos associados ao empreendimento e na construção do desenvolvimento sustentável da região.

PROGRAMAÇÃO
23 de setembro (sexta-feira), das 9h às 13h
FGV/EAESP, no Salão Nobre (4º andar)
Endereço: R. Itapeva, 432, Bela Vista, São Paulo
Inscrições: http://eepurl.com/cesVdv
8h30 – Café de boas-vindas
9h – Abertura: O que nos motiva a fazer esse debate?
Mario Monzoni e Daniela Gomes (GVces)

Atuação do GVces neste tema e o projeto Indicadores de Belo Monte
9h30 – Mesa 1: Grandes Obras e Desenvolvimento Territorial
Mediação: Marcos dal Fabbro (GVces)

Como se dá a relação de grandes obras com o desenvolvimento do território amazônico? Estruturas e ações trazidas pelo licenciamento deixam efetivo legado para as regiões que recebem empreendimentos? Como se dá (ou deveria se dar) a articulação entre ações do empreendedor e as políticas públicas?

11h – Intervalo
11h15 – Mesa 2: Licenciamento Ambiental e Sociedade
Mediação: Daniela Gomes (GVces)

O licenciamento ambiental reúne todos os problemas e todas as soluções? Quais caminhos traçam os novos Projetos de Lei que incidem sobre o licenciamento? Como viabilizar todas as demandas por investimentos socioeconômicos necessários ao contexto de uma grande obra?
12h45 – Falas finais dos convidados
13h – Encerramento

Sobre o GVces - Fundado em 2003, o Centro de Estudos em Sustentabilidade (GVces) da Escola de Administração de Empresas da Fundação Getulio Vargas (FGV/EAESP) é um espaço aberto de estudo, aprendizado, reflexão, inovação e de produção de conhecimento, composto por pessoas de formação multidisciplinar, engajadas e comprometidas, e com genuína vontade de transformar a sociedade . O Centro atua na formulação e acompanhamento de políticas públicas, na construção de instrumentos de autorregulação e no desenvolvimento de estratégias e ferramentas de gestão empresarial para a sustentabilidade, nos âmbitos local, regional, nacional e internacional. Sua missão consiste em expandir de forma colaborativa as fronteiras do conhecimento, contribuindo para um desenvolvimento sustentável nos setores público e privado. Veja mais em: http://www.fgv.br/ces
 
Sobre a EAESP - Criada em 1954, a FGV/EAESP (Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas) é reconhecida  como um centro de alto nível na  pesquisa em Administração e na formação de líderes nas esferas empresarial, governamental e acadêmica.  Oferece graduação em Administração de Empresas e Administração Pública, cursos de educação executiva, mestrados e doutorados. Sua qualidade e excelência no ensino são reconhecidas mundialmente. Dentre 14 mil escolas de negócios no mundo, apenas 73 possuem a tríplice acreditação internacional e a EAESP é a única do Brasil a conseguir este feito, após passar por rigorosos processos de certificação internacional pelas três mais importantes acreditadoras do segmento educacional: Association to Advance Collegiate Schools of Business  (AACSB), European Quality Improvement System (EFMD) e Association of MBAs (AMBA).
Escola mais internacionalizada da América Latina mantém mais de 100 parcerias com instituições estrangeiras de renome internacional, em todos os continentes.  Alguns de seus cursos são oferecidos totalmente em língua inglesa
Já formou mais de 100.000 alunos e atualmente tem mais de 3000 alunos em curso e 250 professores.
Cursos de graduação em Administração de Empresas e Pública que são a referência de qualidade no Brasil e que vêm continuamente formando líderes do país.
Doutorado em Administração de Empresas é nota máxima na Capes.
O programa OneMBA é o melhor MBA executivo do Brasil e um dos 50 melhores do mundo*.
Tem uma gama de programas inovadores e altamente reconhecidos em nível de especialização e mestrado e que cobrem todos os estágios de desenvolvimento da carreira executiva
Líder em pesquisa em Administração, contribuindo para o avanço do conhecimento pelos seus programas de doutorado e pelos seus 16 centros de estudos, focados em pesquisa aplicada.
*Executive MBA Ranking 2014, realizado pelo jornal Financial Times.

Veja mais em: http://eaesp.fgvsp.br/

Insight Comunicação

19/09/2016 - ZF marca presença na 13ª edição da Marintec South America com portfólio completo de soluções para o setor marítimo
 
zf_silvio_furtado.jpgA ZF está presente na 13ª edição da Marintec South America com um portfólio de soluções para o setor marítimo, para aplicações em embarcações de lazer e de trabalho. O evento, conhecido por ser um dos principais na geração de negócios e inovações para o segmento na América Latina, acontece a partir de hoje e vai até 21 de setembro no Centro de Convenções SulAmerica, no Rio de Janeiro/RJ.
Os visitantes podem conhecer todos os produtos ZF para o segmento marítimo, inclusive componentes eletrônicos para embarcações comerciais, produzidos tanto no Brasil, como na Holanda, Itália e Estados Unidos.
No Brasil, a ZF fabrica reversores marítimos com faixa de potência entre 100 e 750 hp destinados a embarcações que operam no mercado de navegação interna. “O mercado marítimo sempre foi estratégico para a ZF, visto que somos a única empresa a produzir reversores marítimos no País”, ressalta Silvio Furtado, Diretor de Vendas da ZF América do Sul.
Os destaque da marca para o setor são seus sistemas de propulsão marítima capazes de atender às operações mais exigentes, bem como os reversores marítimos produzidos no Brasil, Itália e Alemanha, que entregam de 15 a 16.000 hp. Há também os sistemas de propulsão azimutais, com potência de 268 a 2.680 hp, e os Tunnels Thrusters que desenvolvem de 134 a 2.700 hp, ambos produzidos na Holanda. Os dois últimos produtos atuam como sistemas principais e auxiliares de propulsão, respectivamente, e aumentam significativamente a precisão durante navegações e em manobras das embarcações.
Exclusivamente para aplicação em embarcações de trabalho contínuo, a ZF oferece a linha de reversores denominada “ToughGears”.
 
Tradição centenária com atendimento pós-venda
Com 100 anos de experiência na produção de transmissões e reversores, a ZF garante a excelência no desempenho de seus produtos. Prova disso, são equipamentos da marca que estão em operação há mais de 20 anos – e em alguns casos, até há mais de 30 anos.
Um dos motivos pelos quais os produtos ZF são capazes de operar por tanto tempo é o eficiente atendimento pós-venda da marca, que conta com uma equipe formada por profissionais altamente capacitados para atender as demandas específicas de cada cliente. Os engenheiros e técnicos que compõem o time estão aptos a fazer manutenção preventiva, comissionamento e reparos em sistemas de propulsão azimutal e thrusters em qualquer lugar do Brasil e da América do Sul, graças aos constantes treinamentos que recebem nas unidades de produção da marca ao redor do mundo.
“Temos uma equipe de engenheiros treinados nos sistemas mecânicos e eletrônicos dos equipamentos com o intuito de suportar tanto o estaleiro no processo de comissionamento, bem como os armadores nos procedimentos de docagens para manutenção das embarcações”, acrescenta Silvio.
A ZF disponibiliza um vasto estoque de peças nacionais e importadas. Isso garante o atendimento mais ágil e eficaz ao cliente final.

Marintec South America – 13ª Navalshore
Centro de Convenções SulAmérica
Endereço: Av. Paulo de Frontin, 1 - Cidade Nova, Centro - Rio de Janeiro
Dias: 19 a 21 de setembro
Horário: das 13h às 20h

Grupo ZF – A ZF é líder mundial em sistemas de transmissão e tecnologia de chassis, além de tecnologia de segurança ativa e passiva. Após adquirir a TRW Automotive em 15 de maio de 2015 e integrá-la como Divisão de Tecnologia de Segurança Ativa e Passiva no Grupo ZF, a empresa passou a contar com cerca de 135.000 colaboradores e aproximadamente 230 unidades localizadas em torno de 40 países. Em 2015, a companhia alcançou um volume de vendas de 29,2 bilhões de euros. Para continuar tendo sucesso com produtos inovadores no futuro, a ZF investe anualmente cerca de 5% do produto das vendas (2015: 1,4 bilhão de euros) em pesquisa e desenvolvimento. A ZF é um dos maiores fornecedores mundiais da indústria automobilística. www.zf.com
 
Legenda da foto: Silvio Furtado, Diretor de Vendas da ZF América do Sul
 
Foto: divulgação
MM Editorial

19/09/2016 - Livro aborda os avanços na tecnologia do microconcreto de alto desempenho
 
Arquiteto Paulo Fonseca de Campos, organizador e um dos autores da obra, estará na Jornada Internacional da Abcic, para uma tarde de autógrafos, além de participar do 7º Seminário Internacional Abcic
 
A Jornada Internacional Abcic 2016 – Estruturas Pré-moldadas de Concreto vai explorar todas as formas para difusão de conteúdos técnico e mercadológico e a troca de experiências e conhecimento em nível nacional e internacional. Para isso, além de realizar o 7º Seminário Internacional Abcic, cujo tema central é Inovação e Ousadia para Vencer os Atuais Desafios e Gerenciar o Futuro, e o curso Uma Visão Global através do Manual de Planejamento e Projeto de Estruturas pré-Moldadas de Concreto e a Viabilidade dos Edifícios Altos e de Múltiplos Pavimentos, vai contar com uma tarde de autógrafos para divulgação da obra Microconcreto de Alto Desempeño; La tecnología del MicroCAD aplicada en la construcción del hábitat social. A Jornada acontece entre os dias 22 e 23 de setembro, no Millenium Centro de Convenções, em São Paulo.
Coordenado pelo arquiteto e professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP), Paulo Eduardo Fonseca de Campos, um de seus autores, o livro reúne os avanços e as mais recentes inovações da tecnologia de argamassa armada ou microconcreto de alto desempenho (MicroCAD), um material de alta resistência mecânica e durabilidade, que possibilita a produção de peças mais delgadas e leves, possíveis de serem transportadas com equipamentos muito simples. Sua principal característica é a pequena espessura, que varia entre 20 e 30 mm, conferindo à estrutura uma pequena massa e a consequente diminuição de sua espessura média.
Devido a isso, o MicroCAD apresenta como um de seus benefícios diretos a economia de material e também a diminuição nos custos de produção e montagem da estrutura pré-fabricada. Essas vantagens contribuem para sua adequação a programas de infraestrutura e moradia popular, como o Minha Casa Minha Vida, já que é possível uma redução nos custos, o que permite uma otimização dos recursos destinados para esse fim.
A obra de 200 páginas é composta por artigos de Fonseca de Campos e dos pesquisadores José Adolfo Peña (Venezuela), Maximino Bocalandro (Cuba), Walter Kruk (Uruguai), Dante Agustín Pipa (Argentina) e Olga Río Suárez (Espanha). Escrita em idioma espanhol, reúne textos técnicos, tabelas e gráficos, dezenas de imagens de obras realizadas e, também, um pouco da história e da trajetória recente do material, no Brasil e na América Latina. A tarde de autógrafos ocorrerá no dia 22 de setembro, após o Seminário Internacional Abcic. Durante o evento serão sorteados 25 livros, que poderão também ser adquiridos com a Editora Pini, apoiadora de mídia da Jornada, que estará presente no local.
A argamassa armada nasceu em meados do século 19, criada pelo francês Joseph Louis Lambot. No Brasil, essa tecnologia de pré-fabricados leves de microconcreto se intensificou a partir da década de 1970, tanto pelas inovações nascidas em pesquisas acadêmicas, a exemplo das desenvolvidas pelo Laboratório de Estruturas da Escola de Engenharia de São Carlos da USP, e mais recentemente pela FAU-USP, como pelas mãos de arquitetos e projetistas de estruturas brasileiros. Um dos precursores que usou e mais difundiu o microCAD foi o arquiteto brasileiro, reconhecido internacionalmente, João Filgueiras Lima, o Lelé.
Uma iniciativa da Abcic - Associação Brasileira da Construção Industrializada de Concreto, a Jornada conta com o apoio de importantes entidades da cadeia produtiva da construção civil, tanto no âmbito nacional, quanto internacional. No Seminário, além de Paulo Fonseca de Campos, serão palestrantes: David Fernández-Ordóñez, secretário geral da fib – Federação Internacional do Concreto e membro da Comissão 6 de Pré-Fabricados de Concreto da entidade, Akio Kasuga, diretor de Tecnologia da Construtora Sumitomo Mitsui Construction e membro do fib Presidium, George Jones, diretor-proprietário da Commercial Design and Concepts, membro da Comissão 6 e coordenador do Grupo de Trabalho de Edifícios Altos (TG 6.7), consultor de Planejamento Estratégico da Abcic, Gerson Ishikawa, e engenheiro Marcelo Waimberg, da EGT Engenharia.
No dia 23 de setembro, a Jornada Internacional da Abcic continua sua programação com o curso Uma Visão Global através do Manual de Planejamento e Projeto de Estruturas pré-Moldadas de Concreto e a Viabilidade dos Edifícios Altos e de Múltiplos Pavimentos, que será ministrado por David Fernández-Ordóñez, e George Jones.
A Jornada Internacional Abcic conta com o apoio das empresas: Cassol, Grupo Progress, Leonardi, MC Bauchemie, Rotesma, Votorantim Cimentos (Seminário), Bianchi e Pentair (Curso).
 
Jornada Internacional Abcic
Data: 22 e 23 de setembro de 2016
Horário: 8h00 às 18h30 (Seminário – 22/09) / 8h00 às 13h00 (Curso – 23/09)
Local: Millenium Centro de Convenções – Rua Dr. Bacelar, 1043 – Vila Clementino – São Paulo/SP
Inscrições: http://abcic.org.br/Seminario_internacional_2016/seminario_internacional_2016_programa_vr9.html
Informações: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. / 3763-2839
 
Mecânica de Comunicação

19/09/2016 - 22ª Semana de Tecnologia Metroferroviária

Sugestões dos debates fortalecem opção metroferroviária na mobilidade urbana

Após quatro dias de debates sobre os mais variados temas em 13 painéis, apresentação de 66 trabalhos técnicos, dos quais 16 foram ganhadores do 3º Prêmio Tecnologia e Desenvolvimento Metroferroviários ANPTrilhos-CBTU, duas palestras internacionais, uma de um especialista do Japão e outro da Alemanha, além de um painel com a presença de lideranças do setor vindos da América do Sul e da Espanha, encerrou-se na tarde de sexta-feira (16/09/2016) a 22ª edição anual da Semana de Tecnologia Metroferroviária, em São Paulo (SP).

Emiliano Stanislau Affonso Neto, presidente da Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Metrô-AEAMESP – entidade realizadora do evento-, disse que a escolha do tema central dos debates “Investir e Avançar com Eficiência” foi aprovada pela Comissão Organizadora, por entenderem que a melhor saída para a recessão econômica é buscar oportunidades por meio de investimentos e melhorias no desempenho dos serviços prestados e com aumento da produtividade.

Em entrevista concedida ao final dos trabalhos, Affonso se mostrou satisfeito com os resultados obtidos com a presença de mais de 3.400 pessoas, um público qualificado que representou quase todos os Estados e de congressistas da América Latina, Europa e Oriente. Além dos engenheiros associados da AEAMESP, representantes de todos os operadores de transportes ferroviários de cargas e passageiros, de Metrô, VLT e também operadores logísticos.

Segundo Affonso, os debates mostraram que a saída para o Brasil está nas cidades, onde vivem 94% da população. “O Brasil continuou crescendo no agronegócio, que detém a maior produtividade do mundo nos processos de produção, mas geram pouco emprego.  É na cidade que se concentram os empregos e a população crescente exige transporte de melhor qualidade e de grande volume”, explica.

Segundo ele, os debates mostraram também que a multiplicação de rodovias, o incentivo ao transporte individual e o de cargas sobre caminhões no século XX foi ineficaz. A saída para a mobilidade urbana de grandes massas e o transporte de cargas em médias e longas distâncias são os sistemas ferroviários formados por metrô e trens. “Até a década de 1950, as pessoas se deslocavam por trens e as rodovias somavam 5 mil quilômetros. Atualmente são 35 mil quilômetros de rodovias que em 15 ou 20 anos estarão saturadas”, complementa.

Affonso citou, por exemplo, a decisão do governo paulista de construir linhas férreas na macrometrópole (até 120 quilômetros da capital) para transporte de cargas devido à saturação das rodovias de acesso a São Paulo. A palestra de João Gouveia, diretor de Operações da SuperVia, mostrou que o sucesso da organização no deslocamento do público no Rio de Janeiro durante a Olimpíada entre os estádios e arenas esportivas se deveu ao transporte nos trens da SuperVia, das três linhas do Metrô-Rio, do BRT (este sobre pneus) e o Veículo Leve sobre Trilhos-VLT na região central. A maior parte das ruas e avenidas que demandavam as instalações esportivas ficou bloqueada ao tráfego de automóveis e não houve congestionamentos.

“Estamos convencidos que a mobilidade nos grandes centros urbanos só terá sucesso com os sistemas metroferroviários, que precisam ser ampliados e melhorados”, disse Affonso.  Desde o início das operações, o Metrô de São Paulo tem registrado aumento do número de passageiros, com exceção de parte deste ano em que a gratuidade foi estendida para pessoas a partir de 60 anos – antes o limite era 65 – e pela gratuidade aos estudantes de baixa renda, contribuindo para queda na receita tarifária.

Outras discussões que tomaram boa parte dos debates foram: a integração tarifária, as gratuidades, os subsídios às operadoras públicas ou privadas e a busca de receitas além das tarifas. Consultores, executivos, acadêmicos, representantes dos operadores trouxeram inúmeros exemplos de alternativas de soluções, como a exploração das imediações das estações, por meio da construção de shopping centers, praças de alimentação, construção de hotéis, edifícios residenciais e unidades comerciais para aproveitar áreas degradadas ou inutilizadas.

Affonso, engenheiro do Metrô de São Paulo há 33 anos, disse que as linhas do Metrô e as estações não previram a exploração comercial, mas que os shopping-centers em estações. Segundo ele, seriam as concessões à iniciativa privada, iniciadas há dez anos em São Paulo e que já são utilizadas em Salvador (BA) e que avançam da simples operação para a construção, como a Linha 6-Laranja em São Paulo.

Em seu pronunciamento de encerramento, Affonso aproveitou para anunciar ao público presente que a 23ª Semana de Tecnologia Metroferroviária, promovida pela AEAMESP, já está marcada para o período de 12 a 15 de setembro de 2017, nas instalações da Universidade Paulista – UNIP, na Rua Vergueiro, em São Paulo (SP). Por sugestão do palestrante e consultor Frederico Bussinger, o tema deverá ser um balanço dos projetos, planos e promessas feitas nos cinco debates anteriores.

Digital Assessoria Comunicação Integrada

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