Cresce número de shoppings que aderem ao mercado livre atrás de energia limpa e barata

03/07/2012 - Cresce número de shoppings que aderem ao mercado livre atrás de energia limpa e barata
 
Nos últimos dois anos, dobrou a incidência de unidades no modelo, totalizando 109 estabelecimentos
 
A cada duas semanas, um shopping center brasileiro adere ao Mercado Livre de Energia, considerando-se os dados dos últimos dois anos. Desde 2010, a adesão desses estabelecimentos cresceu 118%, uma explosão que levou ao número de 109 unidades que podem escolher livremente o seu fornecedor de eletricidade. O aumento se deve à redução de custos nas tarifas, em torno de 10% a 20%, e também para garantir um suprimento a partir de fontes limpas, como eólica, solar, biomassa e Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs).
Empresas que têm contas de luz acima de R$ 100 mil por mês podem virar “clientes especiais”, ou seja, não são obrigadas a contratar a energia das suas concessionárias locais. “Esse movimento demonstra como o modelo é eficiente para reduzir custos e garantir políticas de sustentabilidade”, explica Reginaldo Medeiros, presidente da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel) e coordenador da campanha “Ano do Mercado Livre de Energia”, iniciativa promovida por nove entidades do setor elétrico (ver relação abaixo).
Em 2002, o Parque D. Pedro Shopping, na cidade de Campinas, interior de São Paulo, foi o primeiro shopping a aderir ao Mercado Livre de Energia. Desde então, esse numero só cresce. “Isso revela como as experiências têm sido positivas”, complementa Medeiros. Os dados são da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), órgão criado em 2004 para registrar e contabilizar os contratos firmados no mercado de energia elétrica do Brasil.
 
Sobre o Ano do Mercado Livre de Energia
A campanha “2012- Ano do Mercado Livre de Energia”, nasceu com o objetivo de conscientizar autoridades públicas e agentes privados sobre a importância vital da negociação desregulamentada para a competitividade da indústria no País, bem como na blindagem contra a inflação.
O “Ano do Mercado Livre de Energia” é uma iniciativa das entidades Abeeólica (energia eólica), Abiape (investidores em autoprodução de energia), Abrace, (grandes consumidores industriais de energia e consumidores livres), Abraceel (comercializadores), Abragel (geração de energia limpa), Abragef (geração flexível), Abraget (geração térmica), Anace (consumidores de energia) e Apine (produtores independentes).
 
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