Movimentação de aluguel de galpões industriais e logísticos cresce no primeiro semestre

01/09/2016 - Movimentação de aluguel de galpões industriais e logísticos cresce no primeiro semestre
 
Interesse de empresas por ocupação de novos espaços tem retomada, o que indica uma mudança positiva de humor do setor
 
O mercado de galpões logísticos e industriais está se reaquecendo. De acordo com um novo relatório da Engebanc, consultoria especializada no setor imobiliário, a absorção bruta deste tipo de imóvel, índice que contabiliza somente as locações, sem levar em conta os espaços devolvidos, cresceu 35% no primeiro semestre, em relação ao mesmo período do ano passado. O dado indica maior movimentação de empresas interessadas em mudar de espaço e que buscam empreendimentos mais modernos e eficientes para sua operação.
O balanço também indica uma perspectiva de melhora do segmento industrial já que algumas demandas imobiliárias que haviam sido postergadas, por conta da crise, estão retornando. A TRX, um dos principais players da área de real estate corporativo e industrial do Brasil, tem visto na prática esta retomada. “A frequência de conversas entre nós e companhias interessadas pela ocupação de novos imóveis tem crescido. Nos últimos dois meses, alugamos nossos empreendimentos para quatro empresas. É um indicativo de que o mercado está mais otimista em relação a retomada da economia e com disposição para fazer mudanças”, comenta José Alves Neto, vice-presidente da companhia.
A Sestini é um exemplo de empresa que alugou recentemente um galpão. Especializada em malas e mochilas, a empresa buscava um espaço que pudesse acomodar melhor seus produtos, e locou 12 mil metros quadrados de um condomínio logístico da TRX que ainda está em fase final de obras. Localizado em Guarulhos, o empreendimento tem o que a empresa buscava: é Triple A (de alto padrão) e possibilita o rateio de despesas mensais como segurança, limpeza, água, energia elétrica, seguro, telefonia e internet entre as outras empresas que ocuparem o espaço.
“Este modelo de empreendimento no Brasil ainda é defasado. Os que existem, em geral, são isolados e ineficientes. Quando há oportunidade para se instalar em um espaço com toda a infraestrutura necessária para uma operação eficiente, as empresas enxergam grande valor agregado”, comenta Roni Katalan, diretor da TRX Incorporadora.
 
Economídia

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